2008
07.31

foto 42

Está arrasado pois sua família, bem tradicional, não aprova o relacionamento…a menos que ela mostre a carta de alforria.

2008
07.29

foto 41

Dono de uma casa noturna, está preocupado com as invasões bárbaras (ou os clientes que chegam da periferia).

2008
07.28

foto 40

Está horrorizada com um crime ambiental: os cachorros que defecam na Oscar Freire.

2008
07.21

foto 39

Game over de rico só no videogame, ou no crash da bolsa.

2008
07.17

foto 38

Fica melancólico quando se lembra dos eventos que romperam com sua inocente visão de mundo: a queda do muro, as olimpíadas da China e o fim do blog do Mino Carta.

2008
07.13

foto 37

Tomou um cano do pretendente assim como o povo toma cano do INSS. Ambos se “esqueceram” do encontro.

2008
07.08

foto 36

Prestes a verter lágrimas, ele se lembra da falta de motivo. Mas, pensando bem, são os pobres que não pagam IPVA.

2008
07.07

notícia 1

Desde o início percebo um fenômeno interessante toda vez que abordo alguém para fazer um ensaio. Costumo explicar a proposta artística na qual a foto será inserida com o intuito de tirar o máximo de sentimentos negativos daquela pessoa e, muitas vezes, sou surpreendido pelo efeito contrário. Para alguns membros da elite, falar de assuntos sérios como tristeza, depressão e melancolia pode gerar gargalhadas descontroladas.

Alguém aí uma vez apelidou isso de “Paradoxo de Salé” (muito obrigado pela homenagem), e esses dias eu encontrei um artigo interessantíssimo que explica em parte as causas desse fenômeno. Segundo a The Eastern Review, para os ricos a tristeza é a nova alegria. Leia aqui.