Retratação:
Depois da elegia do Ruy Goiaba para o Waldick- recheiaddo de cornos, tragédiaa, deuses e olimpo- lembrei-me de um homem do povo- pobre não bilinário com o o Lula-entretanto aristocrata espiritual, intelectual, o escambau. Zé Couro.Garimpeiro de jazidas de diamantes de aluvião exauridas, corno confesso- sua companheira iniciou gerações de pré adolecents-mas sábio. Informadodas taquinagens da companheira,por ele já sabidas,contra argumentou:”quem quiser mulher prá sí, que faça de barro”. Passou a chamar-se perversamente depois da frase, Zé Corno.Crueldade…
Salé,
A indiferença para “guampa”, é a convicção, de que em casa de caçãdor chifre é trofeu. Elite é elite. Pobre é que é dado à tragédias.
Tá pensando em como cortar a tela para se jogar, o vacilão… mas só pensando.
Abraços,
Márcio Guilherme.
Que gato!
Tu pegava, Luciana?
pego direto
Presumi. : )
Retratação:
Depois da elegia do Ruy Goiaba para o Waldick- recheiaddo de cornos, tragédiaa, deuses e olimpo- lembrei-me de um homem do povo- pobre não bilinário com o o Lula-entretanto aristocrata espiritual, intelectual, o escambau. Zé Couro.Garimpeiro de jazidas de diamantes de aluvião exauridas, corno confesso- sua companheira iniciou gerações de pré adolecents-mas sábio. Informadodas taquinagens da companheira,por ele já sabidas,contra argumentou:”quem quiser mulher prá sí, que faça de barro”. Passou a chamar-se perversamente depois da frase, Zé Corno.Crueldade…